Olá! Após anos e anos, sempre querendo achar uma forma de registrar por escrito minhas ideias (desde as mais sábias às mais malucas, assim consideradas por alguns ou por todos, não sei), resolvi, finalmente, iniciar este blog. Estarei registrando minhas experiências pessoais, seja como Marcus, ou Vinicius, ou Montanha, ou seja lá como você me conhece! Estarei também postando mensagens, reflexões e devocionais e espero que você seja ricamente abençoado. Fique à vontade para participar da maneira que desejar e também para usar o que for postado, desde que isso abençoe vidas. Seja bem-vindo ao Blog do Montanha!

sábado, 30 de junho de 2012

ANTES DO FIM




Hoje, 30/06/12, faz exatamente uma semana que encerramos a série de mensagens “Antes do Fim” para os jovens de nossa igreja. Eu nunca imaginei que este tema pudesse ser tão abençoador na vida dos jovens da IBE. Fiquei muito feliz em poder ver um bom número de jovens que, a cada sábado, estiveram comprometidos em adorar a Deus em Alta Frequência (pra quem não sabe, este é o nome de nosso culto de jovens!) e em ser ministrados por Sua Palavra. 



Foi muito bom poder aprender um pouco mais da Palavra de Deus em cada um dos quatro sábados em que estivemos reunidos. É bem verdade que, como eu disse repetidas vezes, não foi meu objetivo realizar uma exposição teologicamente complexa ou mesmo realizar um compêndio teológico oral. O objetivo desta série foi nos trazer de volta a esperança presente nas páginas do Apocalipse acerca de um futuro melhor que nos foi garantido por Aquele que é o Alfa e o Omega, o Princípio e o Fim. Sintetizo, a seguir, um pouquinho daquilo que aprendemos. 

1 – PRECISAMOS CONHECER O FIM 

No primeiro sábado, vimos que é preciso conhecer aquilo que a Bíblia nos ensina acerca do fim. Aquilo que os estudiosos chamam de escatologia não está escrito na Bíblia por acaso. Se está escrito, é porque Deus deseja que o leiamos. E é exatamente por não conhecerem o que está escrito acerca do fim que as pessoas cometem tantos equívocos a esse respeito, além de viverem sem esperança. 

2 – PRECISAMOS ESTAR PRONTOS PARA O FIM 

No segundo sábado, aprendemos que todos nós precisamos estar prontos para o fim e, assim, também estar prontos para a vinda de Jesus. Vimos que Ele virá buscar aqueles que o receberam, e nós não sabemos quando isso acontecerá. Precisamos estar prontos, sóbrios e vigilantes. 

3 – PRECISAMOS AJUDAR OUTROS A ESTAREM PRONTOS 

De semelhante modo, aqueles que estão ao nosso redor também precisam estar prontos para a vinda de Jesus e nós podemos e devemos ajudá-los nisso. No terceiro sábado da série, vimos que precisamos ser instrumentos de Deus na vida daqueles que nos rodeiam para ajudar-lhes a estar sempre preparados para a vinda do Senhor Jesus. 

4 – PRECISAMOS ENTENDER QUE O FIM É APENAS O COMEÇO 

E, por fim, no último sábado, pudemos ser grandemente abençoados ao entender que o fim de tudo é, na verdade, apenas o começo. O fim deste mundo como o conhecemos será apenas o início de uma eterna história que nós, os que recebemos Jesus, viveremos. História esta que para a qual fomos destinados antes da fundação do mundo. Deus sempre desejou que vivêssemos como Sua família, como Seus filhos em eterna comunhão com Ele. E isto se cumprirá nos novos céus e na nova terra. Teremos todos um novo corpo, transformado e incorruptível, com o qual veremos ao Senhor e estaremos para sempre com Ele. 


Bom, seria impossível colocar tudo o que aprendemos aqui em um simples post, mas, em resumo, foi mais ou menos isso. rs Glória a Deus pela Igreja Batista da Esperança e glória a Deus pelos nossos jovens. 

Agradeço muitíssimo ao Senhor pelo privilégio de ter pregado esta série e agradeço também a cada um que se dispôs em ajudar com todas as forças, seja no som, na iluminação, na Banda Alta Frequência, carregando cadeiras, na decoração, divulgação e em tantas outras coisas que nos foram necessárias. Agradeço muitíssimo ao pessoal do Geração Esperança. Valeu mesmo, galera! Agradeço também ao meu pastor, o Pr. Celso Adriano por me dar o privilégio de ter sua confiança na exposição da Palavra. Sou um seminarista privilegiado! Enfim, que Deus continue abençoando a todos. Amo vocês! Valeu galera!! 

Em Cristo, 
M. Vinicius (Montanha)

quinta-feira, 28 de junho de 2012

JACÓ E BETEL

Recentemente, pude ser ricamente abençoado por Deus ao ler o texto que está no livro de Gênesis, no capítulo 28. O texto nos traz uma história por demais interessante, cuja origem se encontra ainda no capítulo 27. 

Isaque, filho de Abraão, casou-se com Rebeca, sobrinha neta de seu pai, e teve com ela dois filhos, gêmeos, mas de placentas separadas e, por isso, bastante diferentes fisicamente. Eram eles Esaú e Jacó, sendo o primogênito aquele que primeiro foi citado. 

Havia naquele tempo o costume de se abençoar o primogênito. Era ele quem recebia do pai, antes de morrer, a grande bênção, bem como a missão de sucedê-lo na linhagem. Desse modo, era esse um direito de Esaú. 

Ainda no capítulo 25 de Gênesis, podemos ver que Esaú, ao agir precipitadamente, vende o seu direito de primogenitura a Jacó, seu irmão mais novo. E isto apenas porque Esaú havia voltado exausto e faminto do campo e, ao ver que Jacó havia preparado uma refeição, e não queria compartilhá-la, trocou-a por seu direito de irmão mais velho. 

Para nós, este fato pode parecer tolo, uma vez que não é característica de nossa cultura valorizar tanto assim um primogênito, mas para aquele contexto, Esaú havia agido de maneira bastante imprudente e inconsequente, já que o direito de primogenitura lhe garantia não apenas a primazia sobre todos os irmãos que viesse a ter, mas também porção dobrada da herança de seu pai (cf. Gênesis 43:33 e Deuteronômio 21:17). O problema maior, no entanto, ainda estava por vir. 

Vê-se em Gênesis 25:28 que Isaque amava a Esaú, mas Rebeca amava a Jacó, o que já nos mostra a provável origem dos problemas que ocorreriam entre os dois irmãos. O fato é que Jacó agia sempre sob a proteção de sua mãe e era conhecido como traiçoeiro, fraudulento, usurpador, adjetivos estes que podem muito bem ser a tradução por equivalência dinâmica do termo hebraico que lhe deu nome. 

O estopim dos problemas foi quando Jacó, mais uma vez sob a proteção e orientação de Rebeca, se passou por seu irmão, aproveitando-se da cegueira de seu pai, causada por sua avançada velhice, recebendo dele a bênção que era destinada a Esaú. Vemos neste capítulo, o capítulo 27 de Gênesis, que tamanho foi o ódio de Esaú que desejou matar o seu irmão. Este, mais uma vez orientado pela mãe e autorizado pelo pai, foge à terra de origem de Rebeca, em busca de uma esposa para si, a qual deveria fazer parte de sua família, ao invés de tomar esposa dentre as cananeias, o que entristeceria bastante seus pais. E é durante esta viagem, no capítulo 28, que vemos a revelação de Deus a Jacó. 

Ao chegar num determinado lugar, Jacó resolveu passar a noite, uma vez que o sol já se havia posto. E, neste lugar, Jacó sonhou com uma escada posta na terra e cujo topo tocava os céus. Os anjos de Deus subiam e desciam por ela. Em seu topo, estava Deus, o qual falou com Jacó. E, apesar de todos os seus tropeços e de todos os seus erros, Deus se revela a Ele, confirmando a promessa que havia feito a Abraão, seu avô e a Isaque, seu pai. Ele diz a Jacó que irá cumprir tudo o que prometeu e que, por causa disso, Jacó seria grandemente abençoado. Além disso, Deus também lhe promete, no versículo 15, que lhe guardaria por onde quer que ele andasse. 

Ao acordar, além de temer muito e reconhecer que Deus estava naquele lugar, Jacó chamou aquele lugar de Betel, que significa, em hebraico, casa de Deus. O problema foi que, neste momento, Jacó fez um voto, tomando uma atitude que em muito se assemelha ao que fazemos diversas vezes. 

Jacó disse o seguinte, a partir do versículo 20: 


“Se Deus for comigo e me guardar nesta viagem que faço e me der pão para comer e veste para vestir e em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por Deus (...).” 


Mesmo tendo visto e ouvido tudo aquilo da parte de Deus, Jacó meio que impunha uma condição para ser fiel ao Senhor. Além de aparentemente duvidar, ele diz que só servirá ao Senhor se isto e aquilo fosse cumprido! 

Antes, porém, que nossos julgamentos sejam direcionados a Jacó, é preciso lembrar que nós, muitas vezes, fazemos isto também. Quantos cristãos não têm feito supostos “votos” ao Senhor que em muito se assemelham ao de Jacó? Quantas vezes, mesmo sabendo das garantias do Senhor sobre nós ainda fazemos meio que um “desafio” a Ele? 

Duas grandes lições pude aprender com este texto e as compartilho aqui: 


1 – DEUS NOS AMA INDEPENDENTE DE NOSSO PASSADO 

Mesmo tendo um passado marcado por intrigas, mentiras, traições e diversos tropeços, Jacó contou com a fidelidade de Deus em seu favor. Deus estava dizendo em Betel que o amava e o amava tanto que seria com ele, assim como foi com seus pais, Abraão e Isaque, igualmente pecadores. 

2 – DEUS SEMPRE CUMPRE SUAS PROMESSAS 

Não importava o que aconteceria ou quem se oporia a Jacó, Deus lhe deixa claro que cumpriria Suas promessas. E, ao vermos a continuidade da história da vida de Jacó, perceberemos o quanto Deus cuidou dele durante toda a sua vida. Jacó, posteriormente, também o percebe e reconhece a providência de Deus em seu favor (cf. Gênesis 31:5; 31:42; 32:10; 33:5; dentre outros). 


Logo, precisamos parar de impor condições a Deus, entendendo que Ele é o Senhor. Quem somos nós, para que sequer Ele de nós se lembre? Contudo, ainda assim, Ele tem nos amado tanto ao ponto de sempre cumprir Suas promessas a nós. Isso, porém, não nos dá o direito de reivindicarmos seja lá o que for do Senhor.

Tenho visto, diversas vezes, cristãos fazendo "promessas" do tipo "Se Deus me der isso, farei aquilo." Será que Deus quer nossa fidelidade apenas se Ele nos der o que queremos? Vejo muita gente por aí decretando, reivindicando, mas, na verdade, "ordenando" ao Senhor que faça isto ou aquilo. Não vejo, contudo, bases na Escritura para assim procedermos.

Portanto, não duvidemos mais, como duvidou Jacó, e nem muito menos desafiemos ao Senhor com nossas palavras, impondo-Lhe condições, como se nós fôssemos os senhores e Ele o servo ou como se Ele precisasse de nós e de nossa fidelidade.

Vamos confiar que o Senhor, assim como cumpriu com Jacó, cumpre Suas promessas a nosso favor, nos ama independente do que fizemos no passado e está conosco todos os dias (cf. Números 23:19; 2 Timóteo 2:13; Mt 28:20). 

A Ele a glória!

Em Cristo,
M. Vinicius (Montanha)

terça-feira, 3 de abril de 2012

MEU ANIVERSÁRIO (10 ANOS DE VIDA)!!!!

Esta data é referente apenas à revelação da foto. rs
Jamais poderia deixar que um dia como hoje passasse em branco. Sim, Isso porque, hoje, é o dia do meu aniversário! No dia de hoje, eu completo exatos 10 ANOS DE VIDA!!!!!! Uhuuuuuu!!! Rs Contudo, não acho que eu mereça os parabéns e vou explicar a razão disso.

Quem me conhece sabe que eu aparento ter muuuito mais (que exagero! Rs) do que 10 anos, mas é que não me refiro ao meu primeiro nascimento. Há alguns anos a mais do que os 10 mencionados, Deus me trouxe a este mundo enquanto ser físico e pessoal. No entanto, eu aparentava estar vivo, mas estava morto.

A Bíblia nos diz que “assim como por um só homem entrou o pecado no mundo e, pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12). A verdade é que não há um justo sequer e todos pecaram e estão longe da Graça de Deus (Romanos 3:10 e 23). E assim também estive eu.

Nasci num lar chamado cristão e fui criado dentro de uma comunidade batista, aqui mesmo em Natal, mas isso não me deu a vida. Mesmo tendo pais e familiares, em sua grande maioria, que já serviam ao Senhor, a verdade é que eu não o servia.

Sempre fui religioso, isso é verdade, mas de que isso valia? Hoje entendo que isso não valia absolutamente coisa alguma. Isso porque o termo religião, oriundo do latim religare, traz consigo a ideia de algo que “religa” ou reconecta o homem ao Divino, a Deus, e, na verdade, a Escritura nos ensina que, só Jesus pode nos ligar a Deus. Ela diz que “há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem (...)” (1 Timóteo 2:5) e em nenhum outro há salvação.

Desse modo, estava eu, sim, “enfurnado” numa igreja, desenvolvendo tais e tais atividades, mas, na verdade, eu vivia dogmas, preceitos e doutrinas meramente humanas. Eu vivia ritos que me prendiam a um viver farisaico, hipócrita e que de vivo nada tinha. Mas, quando aprouve Àquele que me viu e me escolheu muito antes de eu nascer que eu o conhecesse de fato, Ele mesmo me atraiu para Si, por meio de Sua Palavra.

Tive o privilégio de me encontrar com o texto da Primeira Epístola de João, no capítulo 3 e versículo 6, que diz que “todo aquele que n’Ele permanece não vive pecando. Todo aquele que vive pecando não O viu e nem O conheceu.” E essa era a situação em que eu me encontrava. Havia pecados dos quais eu não conseguia me libertar e isso, de fato, faz todo o sentido, tendo em vista que não há força em ser humano algum para vencer o pecado. A verdade é que eu podia até fingir que estava vivo, mas estava morto em meus delitos e pecados (Efésios 2:1).

Por um tempo, tentei ignorar. Tentei fingir que era mentira. Tentei negar para mim mesmo que eu, o graaande músico (que besteira!), de tantos anos dentro de igrejas, aquele que conhecia muitos dados e informações históricas importantes sobre a Bíblia ou aquele que era, habitualmente, politicamente correto em quase tudo, na verdade, era apenas um bastardo, e não um verdadeiro filho de Deus. Sim, porque a Bíblia diz que apenas aqueles que recebem a Jesus é que são feitos filhos de Deus (João 1:12). Sem crer em Jesus, somos apenas criaturas de Deus, e não filhos. E eu, como muitas outras criaturas, o negava em minhas ações, mas não apenas naquelas que os homens podiam ver, mas, principalmente, nos mais profundos pensamentos de minha alma.

Foi nesse momento, então, em meados do mês de março de 2002, que o Espírito de Deus passou a muito me incomodar. Coloquei, a princípio, a culpa no Diabo. Sim. Disse pra mim mesmo: “Isso é porque ele quer que eu duvide de quem eu sou. Mas tá tudo bem. Eu já tenho tanto tempo de igreja.” Na verdade, ele queria era me desviar daquilo que o Espírito estava me dizendo. O mês de março foi, para mim, um mês de profunda angústia e dúvida. 

Todavia, a Graça Maravilhosa do meu Rei tomou a dianteira e o Seu Espírito me quebrantou, me atraindo, definitivamente para Ele. Sim. Eu não podia mais resistir à voz do Mestre me chamando, de modo que, no dia 3 de abril desse mesmo ano de 2002, eu fiz a seguinte oração: “Pai, eu me rendo, Senhor. Eu me rendo. Eu não te servia, eu sei. Era tudo mentira. Mas eu te peço perdão! Me perdoa, Jesus, por todos os meus pecados e muda o meu viver. Eu entrego a minha vida a Ti, Senhor. Eu quero que Jesus seja o Senhor da minha vida! Me recebe, Senhor e põe em mim o Teu Espírito.” E, então, TUDO MUDOU!!!!!!!!!

Procurei meu discipulador, o Pr. Celso Adriano, que ainda hoje tem sido o meu discipulador e pastor, e lhe disse tudo o que havia acontecido. Na época, estávamos numa outra comunidade, e, portanto, comunicamos a situação ao pastor daquela igreja e pude, assim, confessar a toda a igreja que Jesus havia mudado minha vida. Muitos estranharam, outros até duvidaram. Mas a verdade é que aquele garoto de quem todos gostavam e que já exercia muitas atividades na igreja local, pois fingia ser quem não era, havia sido, naquele momento, salvo por Jesus e passara a ser um novo convertido! Por conseguinte, fui batizado e passei a viver como um verdadeiro cristão.

Hoje, continuo pecador, fraco, imperfeito e cheio de deficiências, mas tenho Alguém que me ama e que me ajuda em todas as minhas dificuldades. Ele, que é o meu Redentor, o meu Pastor e o meu Salvador tem me socorrido sempre que preciso, de modo que ainda que a minha mãe, o meu pai, a minha esposa ou todos os demais me abandonem, Ele jamais me abandonará! 

Sou grato a Deus pelo dia de hoje e por tudo o que tenho vivido. Sou grato a Deus por esse 10 anos e também por minha família na carne, que tem me apoiado sempre na caminhada, me ensinando bastante todos os dias. Agradeço também ao Senhor por ter conduzido o Pr. Celso Adriano à Igreja Batista da Esperança, como um verdadeiro profeta em sua geração e agradeço ainda mais porque o Senhor me deu o privilégio de também fazer parte dessa comunidade. Um ano após a vinda de meu pastor, o Senhor, que me separou para o ministério, também me chamou para a construção dessa obra e, por isso, sou muitíssimo grato porque Deus me deu a Família IBE. Agradeço todos os dias por fazer parte dessa família maravilhosa há 5 anos! 

Por isso, neste momento, a todos vocês da Família IBE que estão lendo isso agora, deixo o meu mais profundo abraço e agradecimento por todo o amor experimentado em nossa família. Aos demais irmãos cristãos, que são de outras igrejas, também deixo o meu abraço e agradeço a Deus por tê-los conhecido e convivido com vocês ao longo desses anos. Somos parte do mesmo povo, tenho certeza disso. E, por fim, a você que leu esse post e que ainda não teve um encontro com Jesus, mas pôde ouvir falar ou mesmo ler sobre Ele, saiba que sua vida pode mudar e mudar pra melhor. Receba a Jesus como seu Senhor e Salvador. Saiba que Ele te ama muito e quer o teu melhor.

Encerro esse post (enoooorme, eu sei rs) deixando ao meu Senhor meu maior agradecimento. Foi por isso que eu disse que não mereço os parabéns; é do Senhor todo o mérito. Não fiz coisa alguma para receber parabéns. Encerro meu post dedicando a Ele a minha gratidão:

“Senhor Jesus, obrigado por esse 10 anos de vida. Obrigado por me resgatar e me salvar. Em Ti, Jesus, está o meu prazer, pois Tu És a razão do meu viver. Não importa o que me acontecer. Por Ti eu viverei, firmado estarei. Tu És a minha porção e minha fonte de alegria está em Ti, de modo que eu sei que não há melhor lugar do perto de Ti. Por isso, tudo Te dou!”

Em Cristo,
M. Vinicius (Montanha)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

EXTREMISTA, TOLERANTE OU RADICAL?

Muçulmanos, judeus e até alguns cristãos têm sido enxergados pelo mundo globalizado como radicais extremistas e intolerantes, que têm verdadeiro repúdio a todo aquele que não professa suas crenças. Para muitos, é quase que automático ver num muçulmano qualquer, por exemplo, a figura de um homem-bomba prestes a detonar o mundo em nome de Alá. O que dizer, então, daqueles judeus que, além de se absterem de determinados alimentos, também proíbem o casamento com alguém que não seja da família de Israel, ou seja, que não seja judeu, mesmo que apenas por religião, se não o for por etnia? Há ainda aqueles cristãos que proíbem costumes, roupas, programas de TV, estilos e instrumentos musicais, vivendo completamente alienados numa redoma religiosa ao temer que o “mundo esteja entrando na igreja”. Poderíamos ainda mencionar vários outros grupos, tidos como extremistas e que provocam verdadeiro repúdio nos demais. Como reagir a eles?

A globalização, bem como seu enorme poder de coesão de mercado, ideias, filosofias e até crenças, tem gerado uma civilização mais tolerante às diferenças como um todo. Algumas religiões têm sido estimuladas a aumentar o respeito entre si, as barreiras idiomáticas têm sido quebradas, os países têm experimentado uma enorme abertura de fronteiras e até aí tudo vai bem. Contudo, culturas têm perdido sua identidade, povos têm sido, literalmente, dominados (para não dizer “colonizados”) e o suposto “amor” tem sido aceito em suas diferentes formas, mesmo quando estas não respeitam o verdadeiro amor do Deus Pai. 

Em meio a tudo isso, cristãos do mundo inteiro tentam se posicionar e acabam “tomando partido” nas discussões de acordo com aquilo que mais se aproxima de suas práticas litúrgicas, supostamente bíblicas, ou de acordo com o que lhe renda mais fiéis, ou dinheiro, ou ambos. Como, então, um verdadeiro cristão, que afirma ser servo de Jesus deve reagir a tudo isso? Devem os cristãos ser extremistas, já que militam pela causa do Senhor. Devem, portanto, atacar todos os que pensam de maneira diferente, o que inclui outras denominações também cristãs, como verdadeiros homens-bomba? Devem estes cristãos ser tolerantes e abertos a toda relativização da Verdade, que é, sim, absoluta? 

O termo ‘cristão’, usado pela primeira vez na cidade de Antioquia (Atos 11:26), significa ‘pequeno Cristo’ e passou a ser designado a todos aqueles que tinham um viver que se assemelhava ao de Jesus. Baseados nisso e também no texto escrito na Primeira Epístola de João, capítulo dois e versículo 6, vamos usar Cristo como exemplo a ser seguido.

Ao longo dos Evangelhos, vemos um Jesus bondoso, misericordioso e extremamente amável. Ele era alguém que se aproximava daqueles que ninguém jamais chegaria perto; Jesus se aproximou de ladrões, prostitutas, beberrões e leprosos. Por causa disso, alguém que não se ateve a um exame acurado das Escrituras poderia afirmar que Cristo era alguém, simplesmente, tolerante. Isso porque, dentre várias ações bondosas do Mestre, Ele chegou ao ponto de interceder por aqueles que O maltratavam na cruz (Lucas 23:34). Seria essa a tolerância tão difundida na sociedade atual?

Não podemos, todavia, deixar de mencionar que havia algumas coisas que o Mestre não tolerava. Ao contrário do que afirmam, usando erradamente a Palavra de Deus, ao citar 1 João 4:8, texto este que diz que Deus é amor, Jesus não tolerava todos os absurdos da sociedade de Sua época. Ele não tolerava, por exemplo, a hipocrisia religiosa apresentada pelos fariseus. Ele também não tolerava as injustiças, a acepção de pessoas e nem as distorções feitas à Palavra de Deus. Enfim, Ele não tolerava o pecado, apesar de amar muito o pecador. É fato que Jesus sempre amou e amará a todos, mas Ele jamais foi e jamais será alguém que tolera todos os desvios malucos da mente e do comportamento humano. Ele é amor, Ele nos perdoa de todos os nossos erros, mas jamais pode ser taxado como alguém “tolerante”, nos moldes politicamente “corretos” em que o termo é utilizado atualmente. 

O que dizer do episódio em que Ele expulsa os cambistas do templo? Ou o que compreender dos momentos em que Ele duramente dirigia à palavra aos fariseus e saduceus, repreendendo-os veementemente por suas práticas erradas? Será que Ele foi politicamente correto ao dizer que aqueles eram filhos do diabo, e não de Abraão, do modo como afirmavam ser? Jesus disse, explicitamente, que eles se assemelhavam ao diabo em suas práticas mentirosas e erradas (João 8:31-59). Uau!! 

Ao olhar para a Escritura, eu não vejo um Jesus extremista e intolerantemente grosseiro e rude. Contudo, também não vejo um Jesus que tolera tudo e todos para “ficar bem na fita”. Vejo, sim, um Jesus radical (“Por que você usou essa palavra? Ela choca demais as pessoas!” rsrs), mas não no sentido pejorativo e equivocado com que muitos vêem tal palavra. Vejo um Jesus que não abria mão da essência daquilo que pregava e nem deixava de falar da Verdade absoluta, que é a Palavra de Deus (João 17:17). Se observarmos bem o termo radical, veremos que ele tem total relação com uma raiz. Sim. Ele está relacionado a algo que está radicado em alguma coisa. Algo que tem profundidade. E isso eu garanto que o Senhor Jesus tinha. Tudo o que Ele dizia e fazia estava fundamentado, enraizado na Verdade. E é assim que devemos ser também.

Precisamos ser cristãos autênticos e, sim, radicais. Temos que estar arraigados, ou seja, enraizados, na Verdade, vivendo o Evangelho do Amor e da Graça, mas deixando de lado a politicagem falsamente conciliatória, a qual nega os valores eternos e soberanos sobre os quais estamos edificados. Sou totalmente adepto da célebre frase atribuída ao filósofo Voltaire, que diz mais ou menos assim: “Posso até não concordar com o que você tem a dizer, mas morrerei defendendo o direito que você tem de dizê-lo.” Todavia, não podemos transformar a frase em algo como: “Posso até não ter concordado com você até agora, mas vou abrir mão do que acredito só pra não ofender você.” 

Para aqueles que leem esse post, mas não são cristãos, deixo, sinceramente, o meu carinho por todos e o meu mais profundo respeito. Reitero as palavras citadas acima e faço questão de dizer que sou tão falho quanto vocês. Todos nós somos! Ninguém é perfeito! Mas, por me importar de verdade com vocês, não posso deixar de dizer que Jesus é o Único Caminho. Não posso deixar de dizer que Ele é a Verdade e que Ele é a Vida e que em nenhum outro há salvação e que Ele ama muito vocês.

Para aqueles que são cristãos, assim como eu sou, reitero que precisamos, sim, agir como verdadeiros cristãos radicais, que não têm do que se envergonhar. Portanto, quando o mundo disser: “Diga NÃO à intolerância”, diga NÃO à relativização da Verdade; quando o mundo disser: “Diga SIM a todas as formas de amor”, diga SIM ao amor único do Deus Único. Não nos conformemos com este mundo, mas vamos nos transformar pela renovação da nossa mente, para experimentarmos a vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável (Rm 12:2). Encerro, então, deixando a todos o texto que serve de base para nossa visão radical. Deixo a vocês o texto que está em Colossenses 2:6-8 :

“Portanto, assim como vocês receberam a Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nele, enraizados (i.e.: arraigados, radicados) e edificados nele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão. Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo.”

Que o Senhor nos ajude a viver isso!

Em Cristo,
M. Vinicius (Montanha)

domingo, 15 de janeiro de 2012

AI SE EU TE PEGO

Bom, como muitos sabem, sou músico (bacharel pela UFRN) de todo o meu coração e, como tal, aprecio toda e qualquer manifestação musical desde que tenha qualidade em sua exposição. Por essa razão, procuro ao máximo evitar os preconceitos contra ritmos e estilos, mesmo possuindo minhas preferências, obviamente, e me esforço ao máximo para ser o mais eclético possível.

Já escutei todo tipo de música que vocês imaginarem, o que inclui obras do rock da pesada a, por exemplo, o chamado sertanejo universitário. E é sobre este em especial que eu queria falar quando decidi fazer esse post.

Em primeiro lugar, faz muito tempo que eu tento entender porque chamam esse estilo de sertanejo universitário. Para mim, sertanejo é sertanejo e pronto. Até porque tem uns que, na verdade, deveriam ser classificados como um mero pop ou, quando muito, um pop rock mesmo.

Talvez, a única coisa que poderia classificar alguns como sertanejos seria a voz aguda e estridente, fruto da influência hispânica. Mas, o que fazer com os que não têm essa voz? Ainda para mim, muitos desses aí são apenas representantes de mais um estilo pop ou romântico e pronto. Se observarmos bem algumas músicas do Daniel, por exemplo, veremos que ele é só mais um cantor romântico. Contudo, eu não posso deixar de mencionar que ele ainda canta, de vez em quando, aquele que, para muitos, é o verdadeiro sertanejo, só que com uma voz muito boa, pelo menos na minha opinião. Hehe

Trago apenas uma pergunta: como deveríamos classificar os que não têm aquela voz esganiçada (o que, para muitos, é a verdadeira evidência sertaneja) e muito menos cantam o estilo sertanejo original, como aquele defendido tão bem por Xitão e Xororó? Ah! Já sei! Vamos classificá-los como “sertanejo universitário”. Acho que foi isso que o povo pensou. rs Até porque essa história de que o estilo é chamado assim porque atrai o público universitário, sinceramente, é pura bobagem, não? rs

O fato é que esse fenômeno tem se alastrado tanto pelo Brasil que até o Neymar Jr. resolveu virar cantor. E o pior é que os programas de TV dão o maior apoio, como se o rapaz soubesse mesmo cantar alguma coisa. rsrsrs E, assim, nenhum de nós consegue mais dormir sem parar, pelo menos uma vez por dia, pra pensar em “Delícia, delícia! Assim você me mata (...)”. rsrsrsrsrsrsrsrsrs O que é que tá acontecendo com nosso país? rsrsrs

Meu maior choque, porém, foi quando me deparei com algo que jamais imaginei que veria em vida! Dramático, né? rsrsrs Sei que muitos já viram, mas, como eu ainda não havia feito comentário algum, precisei extravasar tudo agora! Hehe Dá uma olhada nas diferentes versões de “Ai Se Eu Te Pego”. 


Socoooooorro!!!!!! O que é que tá acontecendo com o mundo? Já não basta o mundo ter aguentado uma música como “Ob-la-di, ob-la-da”? E aí, agora, o mundo inteiro vai se curvar diante de “Delicious, delicious. This way you’re gonna kill me (...)”. “Somebody saaaaaave me (...)”. lol 
Bom, paciência! Temos que aguentar tudo isso, como sempre, com tolerância e respeito às diferentes opiniões, mas que dá pra “tirar uma onda”... isso dá! Abraços e Deus abençoe!

Em Cristo,
M. Vinicius

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

MAIS UM BIG BROTHER

Pessoas!!!! Chegou!!! Finalmente, chegou o dia de estreia de mais um Big Brother. Quanta coisa se passou desde a última edição do programa. Faz tanto tempo que tinha gente que ainda escrevia ‘estréia’, e não ‘estreia’. Rs

Você, talvez, seja um desses telespectadores assíduos que ansiosamente esteve aguardando o BBB esse tempo todo. Ou, talvez, você até queria estar lá; você mandou algum vídeo? De um jeito ou de outro, poucas coisas movimentam tanto o Brasil quanto o Big Brother.

Faço apenas uma pergunta: por que isso acontece? Por que é que tanta gente faz questão de ver um bando de desconhecidos, na maioria das vezes, desocupados ou ocupados com bobagens triviais? Eu até consigo entender a razão de alguém querer participar; no fim das contas, todo mundo quer ganhar dinheiro, né? Rs Mas, por que gostar tanto de assistir? Separei algumas razões que acredito terem conexão com isso.

1 – O ser humano sente prazer em se projetar no lugar do outro e, principalmente, quando se trata de alguém que está na TV. Isso é o que alguns especialistas defendem. (Em outras palavras, inveja! Rsrsrsrsrsrs No fundo, no fundo, todo mundo queria ta lá).

2 – As pessoas não têm muito o que fazer e, então, passam um tempão na frente da TV sem ter muito critério quanto à programação à qual assistem ou não. E, já que a TV já ta ligada msm... rs. É isso que defendem os elitistas mais radicais, que acham que toda a massa é manipulável e se deixa dominar pelo jugo opressor da mídia dominante (entenda-se: TV Globo!) rs.

3 – O brasileiro gosta muito de ‘barraco’ e, como isso acontece muitos nos BBB’s da vida, a audiência vai lá pra cima. E, quando uma edição do programa se mostra um tanto... pacífica, todo mundo começa a criticar e a dizer que foi o pior ou um dos piores BBB’s. rs

4 – O Big Brother é uma representação micro daquilo que acontece conosco enquanto sociedade. Estamos todos conectados nas relações interpessoais, bem como nos conflitos de interesse e opinião, tentando evitar as grandes ‘eliminações’ da vida. Isto é o que dizem aqueles que se consideram conhecedores da profunda ciência envolvida nos chamados ‘Reality Shows’ e que assistem aos mesmos por puro interesse intelectual. (Besteira! Rs)

5 – Por fim, existe aquele grupo dos indiferentes, mas influenciados pelo grande burburinho gerado pelo Big Brother em seus ambientes de trabalho, escola, faculdade, dentre outros. Por causa disso tudo, começam a assistir o programa com a suposta desculpa de que precisam ver o que é isso de que o povo todo fala tanto! (Jura? Esse tempo todo ainda não deu pra conhecer esse ‘negócio’? rs)


Bom, seja qual for a razão que te leva a assistir ao programa, desejo a você o mais alto grau de critério e avaliação quanto ao conteúdo exibido. Mas digo isso, não por se tratar do BBB apenas, mas porque devemos ser criteriosos com relação a tudo e, em especial, com relação a algo com o qual gastamos tanto tempo de nossas vidas, seja um filme, uma novela, um seriado, WHATEVER!

Aos que criticam aqueles que assistem ao BBB Brasil (tal fui eu há um tempo atrás) recomendo a tolerância. E, mesmo que você ainda o considere um programa de baixo calão (tal ainda sou eu! rsrs), procure entender que, no fim das contas, gosto é igual a opinião (por mais redundante que isso pareça rs): cada um tem o seu! rs Grande abraço e que Deus nos ilumine!

Em Cristo,
M. Vinicius (Montanha)

domingo, 8 de janeiro de 2012

FÉRIAS

As férias são um momento muito especial na vida de qualquer ser humano. Isso porque todo mundo precisa "dar uma parada" de vez em quando, né? Mas, o que fazer quando você é um daqueles malucos, compulsivos e obcecados com o trabalho e outras atividades que não consegue fazer uma pausa por nada nesse mundo? Ou, quem sabe o que fazer, se você não tem dinheiro suficiente pra viajar ou coisa do tipo e acaba experimentando o famoso tédio das férias em casa? Bom, se você não sabe como aproveitar as férias, eis aí algumas dicas. 

1 - Se você faz parte do grupo dos 'workaholics', deixe de ser maluco, se trate e aprenda com os baianos a descansar um pouco. 

2 - Já que você não consegue parar de jeito nenhum, planeje suas atividades e tente cumpri-las à risca. Segundo alguns especialistas, quando você vai dormir já sabendo ou pensando no que vai fazer no dia seguinte, você consegue acordar muito mais disposto e tem um dia muito melhor (isso funciona comigo rsrsrs). Mas tente, pelo menos escolher atividades que não sejam do grupo das obrigações. 

3 - Não perca todas as suas férias fazendo o que você sempre faz; tente fazer algo diferente, mesmo que seja entrar numa nova rede social ou criar um blog (foi o que eu fiz! rsrsrs), enfim... dá um jeito aí! 

4 - Já que tem que ficar em casa mesmo, passe mais tempo com seus familiares e/ou amigos. Dedicar mais tempo às pessoas vai ser muito bom pra você e pra elas. Não deixe que a rede social chamada 'vida' fique mais desatualizada que os sites ultrapassados como o orkut, por exemplo. rs 

5 - Enfim, se, na pior das situações, nada disso der certo, faça o que meu pai me disse hoje. Dê um jeito de fazer algumas coisas bem ruins só pra você ficar com muita, muita vontade de voltar ao trabalho. Só assim você sente falta dele. rsrsrsrs Acho que isso nunca vai funcionar comigo! rsrs 

É isso aê, galera! Abraços a todos, curtam suas férias e que Deus os abençoe! 

Em Cristo, 
M. Vinicius (Montanha)